segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Olá galera que gosta de notícias, essa semana estarei postando algumas matérias feita por mim sobre eventos e outros da Infraero, empresa a qual estou estagiando.

A eleições 2010 estão ai, quinta-feira, dia 05, a Band largará na frente e promoverá o primeiro debeta eleitoral com os principais candidatos à Presidência da República.

E a partir dessa noite, dia 02 de agosto, o Jornal Nacional destacará o quadro "O dia do candidato", para que os eleitores conheçam mais cada um e se perfilem na melhor escolha. Tudo indica que na próxima semana, comecem às entrevistas individuais de cada candidato no JN.

Então ficaremos ligados em tudo e traremos diversas notícias para você que se liga no nosso blog.


 Foto: Divulgação

sábado, 17 de julho de 2010


Como é empregado no jornalismo o Sic et simpliciter

Jornalista Mirian, da Editora Pini explica as diversas regras de utilização desse termo nos textos jornalísticos

Usado em citações ou aspas, cuja construção frasal apresenta uma determinada inadequação gramatical em relação ao modelo tradicional da língua portuguesa, o termo SIC ou Sic ET simpliciter, toma como referência o português padrão, ou seja, ele deixa claro, ao leitor, que o erro gramatical, de ortografia, pontuação ou de concordância, tenha que ter uma determinada citação que foi cometida pelo autor da citação, e não pelo redator da notícia.

Segundo a jornalista e assistente editorial, Mirian Blanco, da Revista Construção Mercado, os profissionais da área utilizam o sic, em alguns textos, porque os erros de concordância, segundo a norma culta são comuns em entrevistas e pronunciamentos espontâneos feitos oralmente, até porque, o uso oral de qualquer língua é radicalmente distinto de seu uso escrito.

“Considero uma questão de bom senso que o jornalismo, de uma maneira geral, se vale do português padrão e que não reproduza obrigatoriamente a todos os erros comuns da oralidade e ajustem as inadequações gramaticais, de uma determinada citação quando forem transcrevê-las para um texto jornalístico”, explica Mirian.

O termo é um advérbio latino que quer dizer “assim” e é usado entre parênteses, em jornais e revistas, depois de alguma palavra ou frase que contenha um erro gramatical, ou algum desatino que o redator quer deixar claro não ser dele, mas da pessoa que disse ou escreveu.

Ao usar o sic, o repórter quer fazer com que o leitor entenda que foi daquela forma que estava o texto original, mesmo que pareça estranho ou esteja errado ortográfico ou gramaticalmente. Além desse uso como advertência, a palavra também pode ser empregada para denotar ironia.

Para a jornalista Mirian, tudo depende da maneira como é empregada. O uso do sic se emprega de maneira não criteriosa, atribui uma conotação negativa à fonte e pode ser preconceituoso, na medida em que pressupõe as diferentes maneiras do modo de falar culto, ou do modo aprovado pela elite dominante.

“Pessoalmente, quando considero relevante manter inadequações gramaticais à norma padrão da citação, prefiro explicitar esse desvio na própria frase, até porque acredito que o termo SIC seja desconhecido por grande parte das pessoas”, finaliza Blanco.

Lula e suas metáforas

O presidente Lula às vezes é glorificado ou ridicularizado, por fugir dos compromissos com as palavras, em abusar das figuras de linguagem dos seus discursos. A glorificação é cada vez menor, mas ele não gosta apenas de metáforas. Seu linguajar colorido, quando improvisado e solto, vem acompanhado por várias figuras de palavras, ou tropos, como comparações, catacreses, metonímias e outras.

Vejamos agora alguns discursos do Presidente Lula:

1 – “O objetivo desta competição é conquistar vagas para os jogos paraolímpicos de Antenas, em 2004, nas modalidades basquete, vôlei masculino e feminino e adestramento. E aumentar a quantidade de vagas em atletismo, natação, ciclismo e esgrima”. Todos vocês vão competir a uma vaga em Antenas? E quem é que acha que vai ganhar? Levante a mão aí para ver”

Fonte: Discurso para os atletas paraolímpicos

2 - “Estou vendo aqui companheiros portadores de deficiência física. Estou vendo o Arnaldo Godoy sentado, tentando me olhar, mas ele não pode me olhar porque ele é cego. Estou aqui à tua esquerda, viu, Arnaldo! Agora, você está olhando pra mim...”

Fonte: Unifolha, 02/12/2003

3 – “Estou com uma dor no pé, mas não posso nem mancar, para a imprensa não dizer que estou mancando porque estou num encontro com os companheiros portadores de deficiência”. Encontro com atletas paraolímpicos, em dezembro de 2003.

Fonte: Citado no editorial do Estado de São Paulo, 26/03/2004

4 – “Pobre do país que precisa de heróis para defender a dignidade. Pobre do país que precisa de mártires para defender a liberdade ou de mortos para defender a vida”.

Fonte: Abertura da Conferência Nacional dos Direitos Humanos – Site da Radiobras, 29/06/2006

5 – “Todo brasileiro tem motivos para se sentir otimista. As perspectivas só são ruins para os desempregados”.

Fonte: Unifolha de Campo Grande, 02/12/2002 e Tribuna da Imprensa, 04/12/2003


Tire suas dúvidas com os Manuais de Redação sobre o SIC

Folha de S. Paulo

Sic – Expressão usada entre parênteses, principalmente na transcrição de um documento, para indicar que é assim mesmo, por estranho ou errado que possa ser ou parecer: O presidente declarou: “Ou isso é feito ou eu explodo (sic)”. Em casos excepcionais, pode ser utilizada no meio ou no final de uma declaração entre aspas, mas não para ridicularizar o entrevistado, como em “Penso de que (sic) é preciso mudar o país”, disse o candidato. Nesse caso, corrija a declaração que contém erro. O recurso deve ser usado com moderação, apenas quando for relevante para o contexto.

O Estado de S. Paulo

Sic – Latinismo: significa assim mesmo, textualmente. Indica que um termo ou texto foi reproduzido fielmente, por mais estranho (ou errado) que possa parecer: Ele escreveu que “não havia excessão (sic!) possível”.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Tecnologia 3D, a nova sensação do mundo cinematográfico

Novo mercado de entretenimento propicia aos espectadores ilusões e formas reais como se estivesse dentro do próprio filme

Criada no século XIX, com apogeu na década de 50, a tecnologia 3D, ou RealD, como é chamada tecnicamente, se tornou a menina dos olhos de grandes indústrias do entretenimento. Embora esta tecnologia só agora tenha começado a se desenvolver, seus princípios e as primeiras experiências já têm mais de meio século.

Para se ter uma ideia, em 1952 nos Estados Unidos, foi exibido o primeiro filme em 3D nos cinemas. Claro, nada como é apresentado nas modernas salas de hoje em dia, mas a experiência de ter a impressão de ver as imagens saindo da tela, ainda que precária, causou furor no público.

Com o surgimento nos últimos anos do 3D Digital, os produtores tentam resgatar um público há muito tempo perdido para outros meios, como o DVD e a internet. O cinema brasileiro dá seus primeiros passos, atualmente o país conta com 67 salas de exibição nesse formato.

A função dessa nova tecnologia é enganar os olhos de uma forma mais real, como se você estivesse vendo o filme, através de uma janela entre o mundo real e o mundo fantástico do cinema. O filme Avatar, por exemplo, estreou em dezembro nos cinemas brasileiros e revolucionou esse novo mercado.

Com o surgimento de uma nova projeção, o IMAX 3D, mais realista do que a comum, coloca o espectador dentro do filme. Com um tamanho e formato maior, criam ilusões de que os limites da tela desapareceram, assim, as imagens IMAX 3D, parecem de um tamanho natural e mais perto do público, pulando da tela para o colo do espectador.

 

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Reforma Manicomial será discutida em IV Conferência Nacional de Saúde Mental

A Reforma Psiquiátrica brasileira surgiu na década de 80 com uma série de serviços compostas por Redes Substitutivas chamadas de CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) que se interligam entre CAPSi (atendimento à criança e ao adolescente até os 21 anos), CAPS AD (Álcool e Drogas), CAPS II que atende aos adultos durante a semana e o CAPS III que funcionam 24 horas.

No ano de 2001, foi estabelecida a principal lei que protege os portadores de sofrimento psíquico. Trata-se da Lei 10.216, Lei da Reforma Psiquiátrica ou Lei Paulo Delgado, que regulamenta os serviços da rede e a extinção progressiva dos hospitais psiquiátricos, além de assegurar outros direitos aos usuários da saúde mental.

A produtora, roteirista e jornalista Rafaela Uchoa, que auxilia um grupo de cinema com trabalhos voltado à saúde mental, chamado Vozes da Voz, explica que “as pessoas estão sendo tratadas como prisioneiras, em um sistema que a Reforma Psiquiátrica repudia e que o Código Penal se choca diretamente com a Lei Paulo Delgado”, diz ela.

Este ano acontecerá a IV Conferência Nacional de Saúde Mental, entre os dias 27 e 30 de junho e terá como objetivo, ampliar a rede de serviços e todas as conquistas da Luta até hoje. “Quando falamos em mudanças na saúde mental estamos querendo dizer ampliação, mas o grande problema da rede hoje em dia é a falta de investimento por parte dos governos”, relata Rafaela.

O foco da Conferência será a relação entre Justiça e Saúde mental, que segundo Uchoa “é a grande brecha da Reforma Psiquiátrica, onde os que defendem o antigo modelo, dizem que, a Reforma não é capaz de substituir esse modelo. Mas capaz ela é, e existem serviços, só que o problema é que estão em número reduzido para a necessidade do país”, finaliza a jornalista.

Por Renato Ricarte

sexta-feira, 19 de março de 2010

Engenheiro civil reforça medidas contra tremores

Formado em 1986 pela Universidade Federal do Piauí, com um mestrado e um doutorado, Anísio relata suas principais metas de custo baixo

A ocorrência de fenômenos naturais, como terremotos, levou cientistas de todo mundo a discutirem normas de segurança para a contrução civil. As soluções preventivas contra um colapso das estruturas, devem ser concebidas ainda na fase de projetos. Intervenções corretivas, nem sempre alcançam a eficácia desejada.

O engenheiro Civil, Anísio Meneses, 46 anos, afirma que "o uso do reforço estrutural por cinturão externo de concreto de aço em prédios já abalados, com um tempo, detém um desmoronamento iminente, comprometendo o valor estético das fachadas e até limitar o seu uso", diz ele.

O Brasil não tem um histórico de tremores em magnitude capaz de provocar o colapso nas estruturas de edifícios executados no padrão da norma. Segundo Meneses, "não há falhas geológicas conhecidas que atravessam nosso território, porém, podem ser sentidos efeitos secundários, ou mesmo sismos de pequena magnitude", completa.

Diante das transformações climáticas com repercurssão em diversos outros fenômenos naturais, é natural que haja uma preocupação crescente para a mitigação dos impactos. A comunidade técnica, deve estar preparada para a assimilação de novas técnicas construtivas que atenuem os riscos e assegurem a sustentabilidade ambiental.

No dimensionamento estrutural das edificações, os efeitos sismológicos não costumam ser levados em conta. O engenheiro Anísio, informa "que essa ainda é uma área pouca estudada nas escolas de engenharia do Brasil", justifica.

A norma atual de projeto de estruturas de concreto armado, a NBR - 6118, da ABNT, (Associação Brasileira de Normas Técnicas) não inclui requisitos exigíveis para evitar os estados limites gerados por sismos. E que, há uma vasta área para consolidação do conhecimento técnico, e a incorporação de novos paradigmas nas práticas correntes.

Por Renato Ricarte

quinta-feira, 11 de março de 2010


Feiras livres da capital funcionam com horários reduzidos

Para boa parte dos feirantes, nova lei derruba ainda mais o movimento e 40% do faturamento

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), determinou uma série de alterações no funcionamento das feiras livres. O novo decreto estabelece que os feirantes façam o descarregamento dos equipamentos, da carga, e a montagem das bancas, das 6h às 7h30. O horário máximo de funcionamento da feira vai até as 13h30, quando deve começar a desmontagem das barracas para que as ruas estejam totalmente liberadas até as 15h.
          Foto Divulgação 
Segundo a prefeitura, a mudança tem dois objetivos. O primeiro é agilizar a coleta de resíduos para evitar que os sacos fiquem à mercê das enxurradas e agravem o já complicado problema das enchentes. O outro seria liberar as ruas mais rapidamente, uma tentativa de evitar os congestionamentos.

Não é a primeira vez que a prefeitura investe contra os feirantes. Em abril de 2007, uma lei proibiu que os cerca de 11 000 vendedores gritassem em alto e bom som ou com aparelhos sonoros as qualidades e os preços de seus produtos. Um ano depois, a fiscalização fechou o cerco contra as barracas, especialmente as de pastel que espalhavam banquinhos pela calçada, atrapalhando a circulação dos pedestres.
Agora, quem descumprir o novo decreto poderá arcar com multa que estabelece punições que variam da suspensão da feira, à sua extinção. A multa por recolhimento de lixo é de R$ 67 e a por desativação atrasada é de R$ 250 para o feirante. Para uma grande parte dos feirantes, o movimento caiu cerca de 40% com a determinação do novo decreto.

Hoje, são mais de 903 feiras livres espalhadas nos bairros da capital. A responsabilidade de fiscalizar caberá aos 700 fiscais municipais, que devem ganhar ajuda de trinta outros agentes da supervisão municipal de abastecimento da prefeitura.


Foto Divulgação


Números das feiras livres paulistanas
20% das 903 feiras livres da cidade funcionam aos domingos.

8 000 paulistanos, em média, circulam diariamente por elas.

40% das feiras ficam na Zona Leste — a Penha é o bairro com a maior concentração delas.


150 ruas são ocupadas diariamente por esses mercados ao ar livre, exceto nas segundas-feiras.


As 43 858 barracas somam 233 000 metros lineares, o equivalente ao comprimento de oitenta avenidas Paulista.


Com 163 bancas, a feira da Avenida Miguel Stéfano, no Jabaquara, é a maior de São Paulo.


15 000 reais é o preço de uma licença para uma banca de 8 metros de comprimento por 2 de largura em bairros do centro expandido.


2 000 reais por dia é quanto fatura, em média, uma barraca de pastel.



Por Renato Ricarte


sábado, 27 de fevereiro de 2010

Oi Gente!!!

Primeirante quero pedir desculpas por essa eternidade em não postar mais reportagens.

Mas aguardem, porque a partir da próxima semana, trarei muitos textos feitos por essa pessoa que vos fala, e também, muitos comentários e análises desse ano cheio de notícias.

Teremos Copa do Mundo, eleições para presidente, governador, senador, deputados estaduais e federais.

Em especial essa disputa dos partidos PT e PSDB, Dilma, José Serra e os outros candidatos Aécio Neves (PSDB/MG - Será que fará uma chapa puro sangue com o governador de São Paulo?), Ciro Gomes (PSB/CE - Como candidato a presidência ou ao governo paulista?) e a aposta do PV com a ex-ministra do meio ambiente Marina Silva?

                                                               
                                                                      Foto Divulgação
               

                                                                   Foto Divulgação


Outro disputa interna acontece na Paraíba

O atual governador José Maranhão (PMDB - PB), que há um ano, assumiu o cargo depois que o ex-governador, Cássio Cunha Lima  (PSDB - PB), foi cassado por abuso de poder.

Maranhão será candidato a reeleição, e a oposição contra ele briga para saber quem irá apoiar.  De um lado, Cunha Lima declara apoia ao atual prefeito da capital paraibana, Ricardo Coutinho (PSB), que recebe o apoio do então senador e presidente dos democratas da Paraíba, Efraim Morais.

Do outro lado como oposição e pré - candidato ao governo estadual da Paraiba, está o senador Cicero Lucena (PSDB), que não recebe o apoio da alta cúpula tucana, mas que segue em frente com os seus objetivos.

Agora é esperarmos para ver quem realmente será os candidatos a disputa para governador da paraiba.

E uma pergunta fica no ar, será que as oposições irão se unir em torno de um só candidato? Segundo Cássio sim.


                                                                       Foto Divulgação



                                                                     Foto Divulgação

Em breve comentarei mais sobre esse desfecho na Paraíba e no Brasil.