quinta-feira, 7 de outubro de 2010


Jovens buscam no intercâmbio um diferencial no currículo

Intercambistas trazem na bagagem de volta ao Brasil, aprendizado e idioma aperfeiçoado através de novas culturas



Divulgação
Canadá, EUA, Inglaterra, França e Alemanha, são alguns países procurados por milhares de jovens, que buscam se aperfeiçoar, aprender ou conhecer novas culturas.

O intercâmbio é a troca de conhecimentos entre viajantes e estudantes de diferentes países, com o objetivo de conhecer os costumes, tradições, tecnologias e o idioma de um país estrangeiro. O estudante, então conhecido por intercambista, geralmente não conhece a pessoa com quem vai se hospedar.

Há muitas agências de intercâmbio no mercado que oferecem programas para todas as fases da vida, inclusive, para aqueles que desejam ingressar ou prosseguir os estudos em colégio ou universidades norte-americanas.

Segundo Ana Paula Joaquim, assessora de imprensa da Student Travel Bureau (STB), o processo de seleção para a escolha do destino de viagens dos jovens é realizado através de avaliações sobre o perfil e os objetivos dos estudantes.

“A orientação para quem vai viajar é procurar um especialista que ofereça aos passageiros informações e opções para que o cliente encontre a mais adequada ao seu perfil. É importante lembrar de analisar questões como clima, cultura, costumes sociais e religiosos de onde for estudar, sempre com a ajuda de guia ou de quem entenda de viagens e intercâmbio”, diz Ana Paula.

A estudante de Rádio e TV, Marcela Tang, fez um intercâmbio na Inglaterra, com o objetivo de adquirir experiência, aprendizado e crescimento pessoal. “Na época passei por problemas pessoais que exigiram que me afastasse um pouco do ambiente, devido ter acabado de concluir o curso de inglês, assim, juntei o útil ao agradável”, cita.

De acordo com Marcela, o processo de escolha do país ou agência para viagem, foi através de uma professora de inglês, que realizava viagens ocasionais para a Inglaterra. “Como tenho família no país, achei que seria uma boa ideia. Conheci algumas pessoas do Brasil e de outros países que estudaram comigo na Inglaterra”, explica.

A estudante teve a oportunidade de conhecer outro país e uma nova cultura que a fez valorizar e respeitar outros costumes com uma visão totalmente diferente da que tinha em relação aos ingleses. “Acho que o jovem que procura intercâmbio hoje em dia, procura uma experiência de vida, além de aumentar o conhecimento em determinada língua”, completa Marcela.

Além de bolsas, algumas empresas oferecem curso de férias nos EUA e intensivo aos estudantes brasileiros que desejam aperfeiçoar o inglês por meio de programas em parceria com o governo norte-americano, que permite ao participante trabalhar em posições operacionais como: camareiro, instrutor de esqui, garçom, auxiliar de cozinha, caixa e outros.


Divulgação
Para conseguir um intercâmbio, o interessado em realizar uma viagem deve consultar uma agência especializada para que o ajude na escolha do destino e do curso que mais tenha a ver com o seu estilo de vida.

As recomendações para quem vai viajar são: ter tempo disponível, definir em que período do ano irá viajar; a expectativa e sua finalidade; estar com os documentos válidos. E no geral, estar aberto a novas experiências, aprender novas culturas e novos costumes.

Dicas de alguns programas de estágios:

BIG SISTER AU PAIR: Programa que combina estudo e trabalho remunerado nos EUA, exclusivo para garotas de 18 a 26 anos, com duração mínima de um ano. Nele, a participante morará em uma casa de família americana, da qual desempenhará o papel de irmã mais velha e será responsável pelo cuidado com as crianças.

INTERNSHIP CHINA: Intercâmbio de trabalho na área de formação ou de experiência do participante nas maiores cidades chinesas. Um programa para estudantes ou profissionais, sem limite de idade, com duração de 3 ou 6 meses.

TRAINEE HOSPITALITY (AHA): Programa de Intercâmbio cultural nas áreas de Hotelaria, Alimentação, Time Sharing e Resort, nos EUA, com duração de 6 a 12 meses. Destinado para estudantes e jovens recém-formados de 18 a 30 anos de idade.

INTERNSHIP USA: Programa de estágio nos Estados Unidos, na área de estudo do participante. Para estudantes ou recém formados (menos de 12 meses) que possuem entre 18 e 30 anos de idade, com duração de seis a doze meses.

AUSTRALIAN INTERNSHIP Professional: Estágio não remunerado na Austrália, com duração de seis a 26 semanas, em empresas de diversas áreas. Destinado a estudantes de 18 a 30 anos, cursando a faculdade ou recém formados, e com inglês avançado.

AUSTRALIAN INTERNSHIP Hospitality: Programa de estágio remunerado nas áreas de turismo e hotelaria, na Austrália, com duração de 06, 09 ou 12 meses. Destinado a estudantes de 18 a 30 anos, matriculados na faculdade ou recém formados, com inglês avançado.

Graduação: O STB possui um serviço exclusivo de consultoria para graduação em universidades do exterior. Com sua expertise, acompanha o estudante no passo a passo para a concretização de metas da vida acadêmica e profissional, desde o detalhamento das diversas opções à escolha final.

Por Renato Ricarte






segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Olá galera que gosta de notícias, essa semana estarei postando algumas matérias feita por mim sobre eventos e outros da Infraero, empresa a qual estou estagiando.

A eleições 2010 estão ai, quinta-feira, dia 05, a Band largará na frente e promoverá o primeiro debeta eleitoral com os principais candidatos à Presidência da República.

E a partir dessa noite, dia 02 de agosto, o Jornal Nacional destacará o quadro "O dia do candidato", para que os eleitores conheçam mais cada um e se perfilem na melhor escolha. Tudo indica que na próxima semana, comecem às entrevistas individuais de cada candidato no JN.

Então ficaremos ligados em tudo e traremos diversas notícias para você que se liga no nosso blog.


 Foto: Divulgação

sábado, 17 de julho de 2010


Como é empregado no jornalismo o Sic et simpliciter

Jornalista Mirian, da Editora Pini explica as diversas regras de utilização desse termo nos textos jornalísticos

Usado em citações ou aspas, cuja construção frasal apresenta uma determinada inadequação gramatical em relação ao modelo tradicional da língua portuguesa, o termo SIC ou Sic ET simpliciter, toma como referência o português padrão, ou seja, ele deixa claro, ao leitor, que o erro gramatical, de ortografia, pontuação ou de concordância, tenha que ter uma determinada citação que foi cometida pelo autor da citação, e não pelo redator da notícia.

Segundo a jornalista e assistente editorial, Mirian Blanco, da Revista Construção Mercado, os profissionais da área utilizam o sic, em alguns textos, porque os erros de concordância, segundo a norma culta são comuns em entrevistas e pronunciamentos espontâneos feitos oralmente, até porque, o uso oral de qualquer língua é radicalmente distinto de seu uso escrito.

“Considero uma questão de bom senso que o jornalismo, de uma maneira geral, se vale do português padrão e que não reproduza obrigatoriamente a todos os erros comuns da oralidade e ajustem as inadequações gramaticais, de uma determinada citação quando forem transcrevê-las para um texto jornalístico”, explica Mirian.

O termo é um advérbio latino que quer dizer “assim” e é usado entre parênteses, em jornais e revistas, depois de alguma palavra ou frase que contenha um erro gramatical, ou algum desatino que o redator quer deixar claro não ser dele, mas da pessoa que disse ou escreveu.

Ao usar o sic, o repórter quer fazer com que o leitor entenda que foi daquela forma que estava o texto original, mesmo que pareça estranho ou esteja errado ortográfico ou gramaticalmente. Além desse uso como advertência, a palavra também pode ser empregada para denotar ironia.

Para a jornalista Mirian, tudo depende da maneira como é empregada. O uso do sic se emprega de maneira não criteriosa, atribui uma conotação negativa à fonte e pode ser preconceituoso, na medida em que pressupõe as diferentes maneiras do modo de falar culto, ou do modo aprovado pela elite dominante.

“Pessoalmente, quando considero relevante manter inadequações gramaticais à norma padrão da citação, prefiro explicitar esse desvio na própria frase, até porque acredito que o termo SIC seja desconhecido por grande parte das pessoas”, finaliza Blanco.

Lula e suas metáforas

O presidente Lula às vezes é glorificado ou ridicularizado, por fugir dos compromissos com as palavras, em abusar das figuras de linguagem dos seus discursos. A glorificação é cada vez menor, mas ele não gosta apenas de metáforas. Seu linguajar colorido, quando improvisado e solto, vem acompanhado por várias figuras de palavras, ou tropos, como comparações, catacreses, metonímias e outras.

Vejamos agora alguns discursos do Presidente Lula:

1 – “O objetivo desta competição é conquistar vagas para os jogos paraolímpicos de Antenas, em 2004, nas modalidades basquete, vôlei masculino e feminino e adestramento. E aumentar a quantidade de vagas em atletismo, natação, ciclismo e esgrima”. Todos vocês vão competir a uma vaga em Antenas? E quem é que acha que vai ganhar? Levante a mão aí para ver”

Fonte: Discurso para os atletas paraolímpicos

2 - “Estou vendo aqui companheiros portadores de deficiência física. Estou vendo o Arnaldo Godoy sentado, tentando me olhar, mas ele não pode me olhar porque ele é cego. Estou aqui à tua esquerda, viu, Arnaldo! Agora, você está olhando pra mim...”

Fonte: Unifolha, 02/12/2003

3 – “Estou com uma dor no pé, mas não posso nem mancar, para a imprensa não dizer que estou mancando porque estou num encontro com os companheiros portadores de deficiência”. Encontro com atletas paraolímpicos, em dezembro de 2003.

Fonte: Citado no editorial do Estado de São Paulo, 26/03/2004

4 – “Pobre do país que precisa de heróis para defender a dignidade. Pobre do país que precisa de mártires para defender a liberdade ou de mortos para defender a vida”.

Fonte: Abertura da Conferência Nacional dos Direitos Humanos – Site da Radiobras, 29/06/2006

5 – “Todo brasileiro tem motivos para se sentir otimista. As perspectivas só são ruins para os desempregados”.

Fonte: Unifolha de Campo Grande, 02/12/2002 e Tribuna da Imprensa, 04/12/2003


Tire suas dúvidas com os Manuais de Redação sobre o SIC

Folha de S. Paulo

Sic – Expressão usada entre parênteses, principalmente na transcrição de um documento, para indicar que é assim mesmo, por estranho ou errado que possa ser ou parecer: O presidente declarou: “Ou isso é feito ou eu explodo (sic)”. Em casos excepcionais, pode ser utilizada no meio ou no final de uma declaração entre aspas, mas não para ridicularizar o entrevistado, como em “Penso de que (sic) é preciso mudar o país”, disse o candidato. Nesse caso, corrija a declaração que contém erro. O recurso deve ser usado com moderação, apenas quando for relevante para o contexto.

O Estado de S. Paulo

Sic – Latinismo: significa assim mesmo, textualmente. Indica que um termo ou texto foi reproduzido fielmente, por mais estranho (ou errado) que possa parecer: Ele escreveu que “não havia excessão (sic!) possível”.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Tecnologia 3D, a nova sensação do mundo cinematográfico

Novo mercado de entretenimento propicia aos espectadores ilusões e formas reais como se estivesse dentro do próprio filme

Criada no século XIX, com apogeu na década de 50, a tecnologia 3D, ou RealD, como é chamada tecnicamente, se tornou a menina dos olhos de grandes indústrias do entretenimento. Embora esta tecnologia só agora tenha começado a se desenvolver, seus princípios e as primeiras experiências já têm mais de meio século.

Para se ter uma ideia, em 1952 nos Estados Unidos, foi exibido o primeiro filme em 3D nos cinemas. Claro, nada como é apresentado nas modernas salas de hoje em dia, mas a experiência de ter a impressão de ver as imagens saindo da tela, ainda que precária, causou furor no público.

Com o surgimento nos últimos anos do 3D Digital, os produtores tentam resgatar um público há muito tempo perdido para outros meios, como o DVD e a internet. O cinema brasileiro dá seus primeiros passos, atualmente o país conta com 67 salas de exibição nesse formato.

A função dessa nova tecnologia é enganar os olhos de uma forma mais real, como se você estivesse vendo o filme, através de uma janela entre o mundo real e o mundo fantástico do cinema. O filme Avatar, por exemplo, estreou em dezembro nos cinemas brasileiros e revolucionou esse novo mercado.

Com o surgimento de uma nova projeção, o IMAX 3D, mais realista do que a comum, coloca o espectador dentro do filme. Com um tamanho e formato maior, criam ilusões de que os limites da tela desapareceram, assim, as imagens IMAX 3D, parecem de um tamanho natural e mais perto do público, pulando da tela para o colo do espectador.

 

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Reforma Manicomial será discutida em IV Conferência Nacional de Saúde Mental

A Reforma Psiquiátrica brasileira surgiu na década de 80 com uma série de serviços compostas por Redes Substitutivas chamadas de CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) que se interligam entre CAPSi (atendimento à criança e ao adolescente até os 21 anos), CAPS AD (Álcool e Drogas), CAPS II que atende aos adultos durante a semana e o CAPS III que funcionam 24 horas.

No ano de 2001, foi estabelecida a principal lei que protege os portadores de sofrimento psíquico. Trata-se da Lei 10.216, Lei da Reforma Psiquiátrica ou Lei Paulo Delgado, que regulamenta os serviços da rede e a extinção progressiva dos hospitais psiquiátricos, além de assegurar outros direitos aos usuários da saúde mental.

A produtora, roteirista e jornalista Rafaela Uchoa, que auxilia um grupo de cinema com trabalhos voltado à saúde mental, chamado Vozes da Voz, explica que “as pessoas estão sendo tratadas como prisioneiras, em um sistema que a Reforma Psiquiátrica repudia e que o Código Penal se choca diretamente com a Lei Paulo Delgado”, diz ela.

Este ano acontecerá a IV Conferência Nacional de Saúde Mental, entre os dias 27 e 30 de junho e terá como objetivo, ampliar a rede de serviços e todas as conquistas da Luta até hoje. “Quando falamos em mudanças na saúde mental estamos querendo dizer ampliação, mas o grande problema da rede hoje em dia é a falta de investimento por parte dos governos”, relata Rafaela.

O foco da Conferência será a relação entre Justiça e Saúde mental, que segundo Uchoa “é a grande brecha da Reforma Psiquiátrica, onde os que defendem o antigo modelo, dizem que, a Reforma não é capaz de substituir esse modelo. Mas capaz ela é, e existem serviços, só que o problema é que estão em número reduzido para a necessidade do país”, finaliza a jornalista.

Por Renato Ricarte

sexta-feira, 19 de março de 2010

Engenheiro civil reforça medidas contra tremores

Formado em 1986 pela Universidade Federal do Piauí, com um mestrado e um doutorado, Anísio relata suas principais metas de custo baixo

A ocorrência de fenômenos naturais, como terremotos, levou cientistas de todo mundo a discutirem normas de segurança para a contrução civil. As soluções preventivas contra um colapso das estruturas, devem ser concebidas ainda na fase de projetos. Intervenções corretivas, nem sempre alcançam a eficácia desejada.

O engenheiro Civil, Anísio Meneses, 46 anos, afirma que "o uso do reforço estrutural por cinturão externo de concreto de aço em prédios já abalados, com um tempo, detém um desmoronamento iminente, comprometendo o valor estético das fachadas e até limitar o seu uso", diz ele.

O Brasil não tem um histórico de tremores em magnitude capaz de provocar o colapso nas estruturas de edifícios executados no padrão da norma. Segundo Meneses, "não há falhas geológicas conhecidas que atravessam nosso território, porém, podem ser sentidos efeitos secundários, ou mesmo sismos de pequena magnitude", completa.

Diante das transformações climáticas com repercurssão em diversos outros fenômenos naturais, é natural que haja uma preocupação crescente para a mitigação dos impactos. A comunidade técnica, deve estar preparada para a assimilação de novas técnicas construtivas que atenuem os riscos e assegurem a sustentabilidade ambiental.

No dimensionamento estrutural das edificações, os efeitos sismológicos não costumam ser levados em conta. O engenheiro Anísio, informa "que essa ainda é uma área pouca estudada nas escolas de engenharia do Brasil", justifica.

A norma atual de projeto de estruturas de concreto armado, a NBR - 6118, da ABNT, (Associação Brasileira de Normas Técnicas) não inclui requisitos exigíveis para evitar os estados limites gerados por sismos. E que, há uma vasta área para consolidação do conhecimento técnico, e a incorporação de novos paradigmas nas práticas correntes.

Por Renato Ricarte

quinta-feira, 11 de março de 2010


Feiras livres da capital funcionam com horários reduzidos

Para boa parte dos feirantes, nova lei derruba ainda mais o movimento e 40% do faturamento

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), determinou uma série de alterações no funcionamento das feiras livres. O novo decreto estabelece que os feirantes façam o descarregamento dos equipamentos, da carga, e a montagem das bancas, das 6h às 7h30. O horário máximo de funcionamento da feira vai até as 13h30, quando deve começar a desmontagem das barracas para que as ruas estejam totalmente liberadas até as 15h.
          Foto Divulgação 
Segundo a prefeitura, a mudança tem dois objetivos. O primeiro é agilizar a coleta de resíduos para evitar que os sacos fiquem à mercê das enxurradas e agravem o já complicado problema das enchentes. O outro seria liberar as ruas mais rapidamente, uma tentativa de evitar os congestionamentos.

Não é a primeira vez que a prefeitura investe contra os feirantes. Em abril de 2007, uma lei proibiu que os cerca de 11 000 vendedores gritassem em alto e bom som ou com aparelhos sonoros as qualidades e os preços de seus produtos. Um ano depois, a fiscalização fechou o cerco contra as barracas, especialmente as de pastel que espalhavam banquinhos pela calçada, atrapalhando a circulação dos pedestres.
Agora, quem descumprir o novo decreto poderá arcar com multa que estabelece punições que variam da suspensão da feira, à sua extinção. A multa por recolhimento de lixo é de R$ 67 e a por desativação atrasada é de R$ 250 para o feirante. Para uma grande parte dos feirantes, o movimento caiu cerca de 40% com a determinação do novo decreto.

Hoje, são mais de 903 feiras livres espalhadas nos bairros da capital. A responsabilidade de fiscalizar caberá aos 700 fiscais municipais, que devem ganhar ajuda de trinta outros agentes da supervisão municipal de abastecimento da prefeitura.


Foto Divulgação


Números das feiras livres paulistanas
20% das 903 feiras livres da cidade funcionam aos domingos.

8 000 paulistanos, em média, circulam diariamente por elas.

40% das feiras ficam na Zona Leste — a Penha é o bairro com a maior concentração delas.


150 ruas são ocupadas diariamente por esses mercados ao ar livre, exceto nas segundas-feiras.


As 43 858 barracas somam 233 000 metros lineares, o equivalente ao comprimento de oitenta avenidas Paulista.


Com 163 bancas, a feira da Avenida Miguel Stéfano, no Jabaquara, é a maior de São Paulo.


15 000 reais é o preço de uma licença para uma banca de 8 metros de comprimento por 2 de largura em bairros do centro expandido.


2 000 reais por dia é quanto fatura, em média, uma barraca de pastel.



Por Renato Ricarte